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IOC Instituto Oswaldo Cruz - As Bromélias e o Aedes aegypt

24/01/2016 18:37

www.fiocruz.br/ioc/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=182&sid=32

 

“Apenas 0,07% e 0,18% de um total de 2.816 formas imaturas de mosquitos coletadas nas bromélias durante o período de um ano correspondiam ao Aedes aegypt e Aedes albopictus, sugerindo que as bromélias não constituem um problema epidemiológico como foco de propagação ou persistência desses vetores”, Marcio conclui, acrescentando que o estudo foi desenvolvido durante um ano inteiro para que fosse possível observar as características sazonais de cada estação. A presença do Aedes albopictus também foi investigada porque, apesar de não haver registros da transmissão da dengue por esta espécie no Brasil, em condições experimentais o mosquito se mostrou capaz de atuar como vetor potencial do vírus. O jovem pesquisador destaca que no mês de abril, em que houve a maior taxa de captura, foram encontradas 376 formas imaturas de mosquitos nas bromélias analisadas. Deste total, apenas dois exemplares correspondiam ao gênero Aedes."

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